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Entidades pressionam Anvisa contra manipulação de canetas emagrecedoras

No jornal FOLHA DE S.PAULO, reportagem informa que, após a Polícia Federal desarticular uma rede clandestina de canetas emagrecedoras, cinco entidades médicas solicitaram à Anvisa a suspensão imediata da produção e venda desses itens por farmácias de manipulação, alegando “risco sanitário iminente” e falta de controle na circulação desses produtos. No documento, SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e AMB (Associação Médica Brasileira) sustentam que a prática envolve fabricação irregular, escala incompatível com a atividade de manipulação e ausência de respaldo regulatório, criando um esquema industrial de venda de análogos da tirzepatida — substância do Mounjaro — por estabelecimentos que só poderiam preparar quantidades individualizadas para pacientes.